Music, Movies, Art & Bad Behavior

domingo, 6 de novembro de 2011

a "escrotisse" humana

Como é uma merda ser julgada por uma doença e não por sua personalidade, como é uma merda não ter uma vida igual ao dos outros, estou farta de ficar submissa e aceitar o que me impõem, inclusive o modo de pensar, eu sou a favor da corrente de que todo ser humano deve criar um próprio imperativo categórico, eu não preciso ser misericordiosa e fraca que nem eles. Agora eu não posso nem costumizar uma blusa do jeito que quero que isso significa que eu estou surtando? O que eu fiz de errado recentemente? Parece que eu recebia menos punições quando eu ficava porre pelos cantos. 

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

O Código de Ética da OAB em geral é muito bonito, parabéns, mas em minha mais honesta postura, eu não abdiquei da minha matrícula de Design do Produto na Estadual para não ganhar dinheiro no curso de Direito. Aliás, esse foi o meu principal objetivo, serei franca.
O que eu tenho que concordar é que o réu deve ser julgado com imparcialidade e equidade, desvinculado das comoções populares. E além disso, também não importa a natureza do crime, ele merece defesa. Ou seja, o indivíduo pode ser acusado de ter mantido relações sexuais com os restos mortais do Papa João Paulo II, whatever! Ele deverá ser defendido e julgado de acordo com a isonomia e humanidade, não deixando o caso ser influenciando pela mídia (jornalistas são uma praga assim como advogados).
Voltando ao começo. Constituite (cliente) bom não é aquele que é inocente, mas sim aqueleque possui bens aquisitivos, o delito que cometeu menos circunstâncias agravantes e meios de fundamentar a sua tese de acordo com o ordenamento jurídico.

domingo, 25 de setembro de 2011

Não cola, playboy

Em primeiro lugar, sou contra o uso e a legalização da maconha (é a minha opinião). Mas não tenho nada contra a livre manifestação do consumo da erva, usa e promove o uso quem quer, até porque a Constituição Federal, no seu artigo 5º, inc. IV garante a livre manifestação do pensamento. 
Problemas graves de memória e esquizofrênia não são amplamente divulgados, assim como antigamente o câncer de pulmão e efisema pulmonar não eram diretamente convencionadas ao cigarro de nicotina.
Se tem uma coisa que me deixa, desculpem o termos vulgares, puta da vida é com filhinho de papai que enche o cu de cerveja, fuma umas birras, tem uma aula no cursinho de Revolução Russa e acha que pode mudar o mundo. 
Um das maiores desculpas do mundo pra encher a cara e fumar maconha: gente que dá uma de comunistanistazinho sem porra nenhuma de fundamento. Se você gosta da erva, assuma, mas não se esconda atrás do livro de cabeça pra baixo do Trotsky. Não cola, playboy.

sábado, 20 de agosto de 2011

Dividida em dois hemisférios




Eu definitivamente não sou a mesma a G. Muita coisa mudou. Eu tive de recomeçar. Eu realmente espero que as coisas deêm certo. O meu antigo hobby era beber cerveja (Heineken ou Skol ou qualquer coisa que contivesse álcool). Na verdade eu era uma aprendiz de alcoólatra que vivia bêbada pelos cantos preocupando minha família. Mas uma aprendiz de alcoólatra que vivia em uma gangorra emocional, talvez em um ciclo inconstante. Eu não sabia o que acontecia dentro de mim. Um turbilhão eufórico, ao mesmo tempo de ansiedade e depois de um tempo de agonia e de tristeza. Era difícil. Muitos me rotulavam como louca, alguns me rotulavam como bêbada, alguns como puta, outros como drogada, e enfim como amiga. Joguei-me do segundo andar da minha casa,cortei-me várias vezes, tomei 40 drágeas de benflogin, tive inúmeros comas alcoólicos. E eu me via ainda mais confusa e mais perdida vestindo somente um sutiã e segurando uma garrafa de vodka barata.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Cosa del Nostra

Será tão difícil te esquecer o quanto foi me acostumar com a tua presença? Teus olhos bonitos. E a voz que ninguém havia me apresentado antes. Os gostos que ninguém havia me apresentado antes. O mundo. As melhores cores. Os melhores frutos. E todos os laços disponíveis, porém intactos por dentro. Tudo parecia tão superficial. Como se faltasse algo. Como se faltasse tudo. Como se tivesse medo da pessoa que eu sou. Agora nada mais me importa.  Como assim faço por meus meios. Eu te exorciso. E nunca mais terei uma recaída por este amor improvável, indisponível, distante e subliminar.

terça-feira, 26 de julho de 2011

PEACE FROG. THE DOORS

Vontades insólitas

- Os visionários um dia também foram chamados de loucos como a gente, cara. Vamos dormir mas um pouco. E os cigarros estão acabando.

- Como vamos morrer, Daniel?

- Vamos morrer lutando por uma causa nobre. Pelas boas músicas, pelas artes, pela vida, pela juventude, pela liberdade, aliás vamos morrer lutando pela liberdade. Hoje vivemos em uma ditadura moderna! Temos que escrever em linhas de cadernos bonitinhos quando o ideal é massacrante e opressor! Agora durma!

- Estou sem sono, esse clarão está batendo em minha face e lembro que já é dia que já devo levantar-me!

- Como queres chegar a meia-idade com esse modo de vida? Bebendo e fumando que nem uma condenada?

- Mas você também fuma, ora!

-
Com moderação. Eu sei meus limites. E eu não bebo. Isso faz com que tudo o que temos dentro de nós venha para fora e nem sempre as pessoas estão preparadas para enfrentar isso e nos entender nosso lado mais humano, meu bem, clarinha.

- Deveria parar de beber.

- Então pare e faça que nem eu. Moderação e controle em tudo. A vida é feita das pequenas coisas e tudo precisa de equilíbrio.

- Dan? Até quando os seus vícios serão vontades insólitas e indisponíveis, baby? Até quando os seus medos serão mentiras? Toda sua filosofia de vida não passa de uma capa barata e mal construída. Até quando não enfrentar a crua  realidade?